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PM é morto após furar bloqueio do Exército

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PM é morto após furar bloqueio do Exército Soldado bateu no carro de um popular, que também foi baleado. Ele foi socorrido para o Hospital da Posse e não corre risco de morte.

Um policial militar morreu, na manhã desta quarta-feira, durante uma megaoperação das forças de segurança em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Ele foi baleado após furar dois bloqueios feitos por equipes do Exército, na Avenida Joaquim da Costa Lima, no trecho próximo à rua Catumbi, no Centro, por volta das 5h. O soldado foi identificado como Diogo Gama Alves Mota, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Andaraí. 
Segundo o Comando Militar do Leste, Diogo não estava em serviço no momento da ocorrência e estava em um veículo particular. Ele furou os bloqueios atirando contra as equipes do Exército e descumpriu uma ordem de parada. Neste momento, os militares começaram a atirar contra o soldado, que perdeu o controle do seu carro e bateu no veículo de um popular, que acabou sendo atingido por um tiro na perna. 
Diogo morreu no local. Já o popular, que ainda não foi identificado, foi socorrido para o Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, na Região Metropolitana do Rio, e não corre risco de morte. 
A Delegacia de Homicídio da Baixada Fluminense (DHBF) está no local para realizar a perícia. 
Mais de 3 mil militares em 18 comunidades de Belford Roxo
As Forças de Segurança realizam, desde a madrugada desta quarta-feira, uma operação em 18 comunidades de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os militares estão na Palmeira, Castelar, Vilar Novo, Santa Amélia, Morro da Fonte, São Leopoldo, Gogó da Ema, Bom Pastor, Parque São Vicente, Parque Floresta, Morro da Galinha, Morro da Caixa D'Água, Morro do Machado, Guaxa, Parque Roseiral, Vale do Ipê, Parque São José e Santa Teresa. São 3 mil agentes das Forças Armadas, 130 policiais civis e 250 policiais militares, com apoio de blindados e aeronaves.
De acordo com o Comando Conjunto da Intervenção Federal na Segurança Pública do Rio, os militares estão fazendo cerco, estabilização dinâmica das áreas e remoção de barricadas. Também são realizadas revistas de pessoas e de veículos, além da checagem de antecedentes criminais. Além disso, os agentes verificam denúncias de atividades criminosas e mandados judiciais poderão ser cumpridos.

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