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Alessandra Negrini mistura teatro e cinema em primeiro solo da carreira

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Alessandra Negrini mistura teatro e cinema em primeiro solo da carreira
Ainda colhendo os louros da estreia bem-sucedida na Netflix como a personagem folclórica Cuca, na série Cidade Invisível, Alessandra Negrini estreia seu primeiro solo on-line nesta sexta (26). 

Antes da pandemia alterar todos os cronogramas no mundo todo, A Árvore seria um monólogo convencional, no teatro. As mudanças trazidas pelo novo coronavírus fez com que a atriz idealizasse um formato híbrido para o projeto, um mix de teatro e cinema. A direção é de Ester Laccava e de João Wainer, profissionais de teatro e cinema, respectivamente. O texto é de Silvia Gomez.

Alessandra Negrini encarna a personagem que, progressivamente, vê seu corpo passar por uma metamorfose e se transformar numa estrutura vegetal. Durante o espetáculo, a mulher faz uma espécie de relato de viagem da própria mudança, reinventando assim um estado de espírito. 

“A Árvore é um relato de amor. A personagem nos conta a sua história, a sua aventura mais íntima e nos oferece o testemunho de ver o seu corpo se transformando em outra coisa. As angústias a as alegrias dessa viagem viram palavras e imagens potentes que ela mesma cria. É uma escrita performática, um filme, uma página, uma peça, uma narrativa dessa metáfora de virar algo que não é mais si mesmo. A ideia de virar uma árvore lhe parece bela e necessária e não há mais como escapar”, elabora a atriz.
A Árvore: Alessandra Negrini interpreta mulher que sofre transformação no corpo até se transformar num vegetal[/caption] A produção levou oito meses para ser concluída. Durante os primeiros quatro meses de ensaio, Ester Laccava concebeu, ainda sozinha, a encenação para a câmera, e debruçou-se sobre a criação e a roteirização. 

No quatro meses seguintes, a encenadora regeu toda a equipe criativa para a realização e finalização do trabalho, e convocou João Wainer para as filmagens. “Passei a rever filmes com outro olhar, já não de espectadora, mas de realizadora. Busquei revelar em imagens, intensões, conexões, fluxos de narrativa, inserções metafóricas, a transformação de um ser humano ao se dar conta que é só no espelho da mãe natureza que nós humanos podemos fazer ainda algum sentido neste planeta”, detalha Ester. 

Parte das cenas foi gravada no Teatro Faap, em São Paulo. As externas foram captadas na mata da Serra da Mantiqueira e nas ruas do Centro da capital paulista. 70 minutos. Rec: 14 anos. Sex. e sáb., 20h. Dom., 19h. R$ 30,00, pela plataforma Tudus. Até 18 de abril.


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