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Forças Armadas fazem varredura em presídio no Rio onde houve rebelião

Forças Armadas fazem varredura em presídio no Rio onde houve rebelião

Forças Armadas fazem varredura em presídio no Rio onde houve rebelião
Homens do Exército em presídio de Japeri
As Forças Armadas participam na manhã desta quarta-feira (21) de uma operação de varredura na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense. A operação segue o decreto de Garantia da Lei da Ordem (GLO), assinado em julho de 2017 pelo presidente Michel Temer, para a realização de operações integradas entre as forças de segurança estaduais e federais no Rio de Janeiro.
Detentos do presídio iniciaram uma rebelião no fim da tarde de domingo (18) e 18 pessoas chegaram a ser feitas reféns, sendo oito agentes e 10 presos. A situação foi controlada no dia 19 e foram apreendidos um revólver, duas pistolas e uma granada de efeito moral.

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Forças Armadas participam de uma operação de
 varredura na Penitenciária Milton Dias

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, o apoio das Forças Armadas é logístico, com a utilização de cães farejadores e especialistas em detecção de metais. Caberá aos agentes penitenciários a realização de vasculhamento e varredura tátil.
A nota divulgada pela secretaria informa ainda que os militares em nenhum momento estabelecerão contato com os detentos. Os pavilhões serão evacuados previamente pelos agentes penitenciários para que possa ser realizada a inspeção dos militares.
Rebelião
Durante a contagem dos presos, agentes foram dominados por detentos armados. A rebelião aconteceu no dia em que a Seap informou que antecipou "medidas de controle"  nos presídios do estado para impedir eventuais reações da população carcerária à intervenção federal na segurança pública do estado, decretada na última sexta-feira (15).
“Uma série de medidas operacionais foram adotadas, com o objetivo de impedir as instabilidades no sistema carcerário”, informou, em nota, o secretário de Administração Penitenciária, David Anthony.
A Seap não detalhou as medidas alegando “questões de segurança”.
Na nota, a secretaria estadual destaca que algumas das “medidas de controle” do sistema prisional do Rio de Janeiro estavam em andamento desde 24 de janeiro, quando David Anthony assumiu o comando do órgão. “Embora a crise na segurança pública do Rio de Janeiro tenha sido alvo de atenção agora, a da Seap ocorreu há um mês, quando assumimos a atual administração”, afirmou o secretário.
Com Agência Brasil

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