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Grupo 'Mulheres contra Bolsonaro' é hackeado

Grupo 'Mulheres contra Bolsonaro' é hackeado

Grupo 'Mulheres contra Bolsonaro' é hackeadoApesar disto, em post publicado também neste sábado, uma integrante pede que todos continuem no grupo e convoca novas publicações denominadas como "anti-fascista". Até a publicação desta matéria, a hashtag #EleNunca já havia sido compartilhada mais de 23 mil vezes no Twitter. 

Conforme o em.com.br informou na última terça-feira (11), de acordo com as regras do grupo, é vedada a participação de homens e mulheres que se declaram eleitores de Bolsonaro. Também não é permitido discurso de ódio, sendo o foco exclusivo na candidatura do capitão da reserva militar.
Segundo pesquisa divulgada pelo Datafolha na noite de quinta-feira, a intenção de voto no candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, cresceu nas simulações de segundo turno e o militar aparecia tecnicamente empatado com Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB), cenário que se manteve inalterado com Fernando Haddad (PT). O deputado fluminense, no entanto, subiu no teste contra Ciro Gomes (PDT), mas o pedetista segue vencendo-o na disputa.
Contra Alckmin, Bolsonaro subiu de 34% para 37%, enquanto o tucano oscilou de 43% para 41%. O ex-governador de São Paulo supera o deputado federal numericamente, mas os dois empatam no limite da margem de erro, que é de dois pontos porcentuais. Nesta simulação, votos brancos e nulos oscilaram de 20% para 19%, enquanto que os que não souberam ou não opinaram foram de 3% para 2%.
Marina manteve os 43% da pesquisa anterior, mas viu Bolsonaro oscilar de 37% para 39%, o que os deixa tecnicamente empatados. Votos brancos e nulos oscilaram de 18% para 16% e não souberam ou não opinaram permaneceram em 2%.
Bolsonaro também cresceu na simulação contra Ciro, de 35% para 38%, mas ainda assim o pedetista o vence. O ex-governador do Ceará manteve os 45% nos dois levantamentos. Neste cenário, votos brancos e nulos oscilaram de 17% para 15%, enquanto os que não souberam ou não opinaram foram de 3% para 2%.


Atentado

Após o atentado contra Bolsonaro, apenas 2% dos eleitores afirmam ter mudado a intenção de voto por causa da agressão sofrida pelo candidato, de acordo com Datafolha. Por outro lado, 98% dos entrevistados pelo instituto dizem que não mudaram o voto por influência do atentado. 
Respondendo a uma outra pergunta, 39% dos eleitores afirmaram que se sentiram "muito comovidos" pelo ocorrido, 33% declarou ter ficado "um pouco comovido"; 26% se disse "nada comovido"; e 2% não respondeu a esse questionamento.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram ouvidos 2.820 eleitores em 197 municípios de todo o País entre 13 e 14 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi protocolado no TSE sob o registro BR 05596/2018.














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