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Pazuello fujão deixa o Exército em situação ruim

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Pazuello fujão deixa o Exército em situação ruim
Bem ao estilo do chefe, Pazuello ladra muito, mas corre feito carneirinho quando o calo aperta

Todas as vezes em que o bicho pegou de verdade, Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, sempre muito valentão nas redes sociais e no chiqueirinho às portas do Alvorada, enfiou o rabinho entre as pernas e se escondeu sob a cama como bebê assustado.
Foi assim quando o Supremo Tribunal Federal (STF) o enquadrou por causa das falas golpistas; quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lhe intimou a apresentar as provas de fraude na eleição de 2018; quando o ministro Fux, recentemente, lhe telefonou sobre as ameaças de estado de sítio; e quando Queiroz, o miliciano que depositou os tais “micheques” na conta da primeira-dama, foi preso. O devoto da cloroquina é um leão bravo na aparência e um cordeirinho manso na prática.

O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assumiu quando a pandemia do novo coronavírus havia matado 15 mil brasileiros, e se desligou com 300 mil mortes por COVID-19. Como todo bom militar, foi sempre muito destemido e rude nas palavras e nos gestos. Aliás, quanto mais inseguro e medroso o sujeito, mais agressivo na aparência. Porém, intimado a prestar depoimento na CPI da COVID, mostrou-se “fogo de palha” e, tal como o pai do senador das rachadinhas e da mansão de 6 milhões de reais, se acovardou e fugiu choramingando.


O general alegou que teve contato com pessoas que testaram positivo para o maldito coronga - xô, diabos! - e por isso pediu para não comparecer à sessão no Senado ou, o que gostaria, prestar depoimento de forma virtual. 

O especialista em logística, que desconhece os hemisférios sul e norte; que se travestiu de médico e distribuiu cloroquina como se fosse água benta; que permitiu que faltasse oxigênio hospitalar e medicamentos para intubação; e que desprezou 70 milhões de doses de vacina da Pfizer, ainda em meados de 2020, tem mais é que se esconder mesmo; de medo ou de vergonha.

E por falar em vergonha, que o Exército brasileiro e as demais Forças Armadas, Marinha e Aeronáutica, aprendam de uma vez que lugar de militar é nos quartéis, e não no governo, seja trabalhando ou apenas fazendo política rasteira. O Brasil já tem problemas de sobra para ainda ter de se preocupar com generais sabujos e incompetentes como Eduardo ‘Pesadelo’.

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